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Archive for the ‘Matérias’ Category

Propriedades malucas, mas comprovadas, da Teoria da Relatividade e da Mecânica Quântica fazem com que idas ao futuro ou ao passado não sejam só ficção científica

A questão aqui, na verdade, não é como VIAJAR no tempo, e sim como NÃO VIAJAR no tempo, porque a todo momento estamos viajando em direção ao futuro. Enquanto você leu o comecinho dessa matéria, deve ter viajado pelo menos uns 4 segundos no tempo.

Quando Albert Einstein desenvolveu sua famosa Teoria da Relatividade, nos agraciou com a idéia de que o tempo não é apenas um pano de funo aonde acontecem os fatos do Universo, mas sim uma dimensão, como as outras tão conhecidas: altura, largura e profundidade. E que tal como nos movemos nessas três dimensões, poderíamos “caminhar” pelo tempo.

Entretanto não podemos escolher a direção que queremos andar no tempo, estamos presos a esse fluxo que nos leva ao futuro.

Será que tudo isso é verdade?

A própria Teoria da Relatividade sugere que há maneiras de burlar esse fluxo, e fazer viagens não-convencionais no tempo.

Mas, como todo mundo já sabe: falar é fácil!

Na teoria, basta acelerar no espaço para acelerar no tempo! A relatividade mostra que coisas acontecem conosco quando estamos em grande velocidade, por exemplo: afinamos no sentido do movimento, ficamos mais pesados e o tempo passa mais devagar para nós. ENTRETANTO, DE UMA MANEIRA MUITO, MAS MUITO SUTIL. Porém real.
Essa sutileza só começa a “aparecer” aos nossos olhos, quando chegamos perto da velocidade da luz (a mais rápida do Universo – cerca de 300 mil km/s).

Um exemplo dessa discrepância de espaço-tempo é o exemplo conhecido como o paradoxo dos gêmeos:

Imagine dois jovens gêmeos idênticos. Um deles foi recrutado para ser astronauta e fazer um vôo experimental em uma aeronave da Nasa que chega a 50% da velocidade da luz. Ele parte rumo à Alfa Centauri (a estrela mais próxima do sistema solar, a poucos anos-luz daqui), e volta em uma viagem que durou 16 anos. Quando retorna, recebe uma surpresa: seu irmão já é um idoso, à beira da morte, enquanto ele só envelheceu o tempo da viagem (16 anos!). O que

aconteceu foi: enquanto o tempo passava mais devagar para o gêmeo astronauta, aqui na Terra passava normalmente, ou seja, o gêmeo que ficou, envelhecia de modo comum.

Daí a diferença tão grande de idade entre os dois, que pode ser vista como uma viagem no futuro do irmão astronauta.

Até agora falei somente de viagem ao futuro… aí você se pergunta: e quanto à viagem ao passado?
Muitos argumentos físicos sugerem uma inviabilidade de voltar no tempo devido às violações das leis de conservação de matéria e energia e exigiria uma viagem mais rápida que a luz, para acontecer.

Ainda que Einstein tivesse dito, em sua Teoria, que a velocidade absoluta no Universo é a da luz, que não existe nada mais rápido, cientistas já encontraram meios de triblar esse entrave, usando a própria Teoria da Relatividade.

O principal fenômeno-chave para criar famosas “máquinas do tempo” para viajar ao passado, seriam os chamados Buracos de Minhoca. Parecidos com os Buracos Negros, esses buracos de minhoca são fendas espaciais que ligam dois pontos distantes e descontínuos do espaço-tempo.

Mas para que tais buracos existam, é necessário o que os físicos chamam de “matéria exótica” – substância que possui densidade de energia negativa.

Pesquisas do físico neozelandês Matt Visser revelam a possibilidade da existência de buracos de minhoca e que uma quantidade bem pequena de matéria exótica poderiam manter essas fendas abertas. Vamos complicar ainda mais:

Para cada partícula existente no Universo – próton, nêutron, elétron, ou qualquer outra -, existe uma antipartícula equivalente: antipróton, antinêutron, pósitron etc. O físico americano Richard Feynman, um dos mais brilhantes do século passado, desenvolveu diagramas para interpretar o comportamento das partículas e antipartículas, e constatou o seguinte: as antipartículas se comportam exatamente como as partículas convencionais, só que viajam no sentido contrário do tempo – ou seja, viajam do futuro para o passado!

Será que elas realmente estão fazendo isso? Ou é só mais um efeito bizarro da física quântica?
Deixe seu comentário! xD

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Por Danilo Ferreira Lima

No último dia sete de abril de 2008, o grupo Detonautas Roque Clube lançou seu novo disco: “O Retorno de Saturno”.
No novo trabalho, a banda quebra sua característica marcada pelo som pesado das guitarras. Devido ao assassinato de Rodrigo Netto (guitarrista e um dos principais compositores do Detonautas), depois do lançamento de “Psicodeliamorsexo & distorção” (2006) o grupo formado por Tico Santa Cruz (voz e violão), Fábio Brasil (bateria), Tchello (baixo), DJ Cleston (percussão, scratches e efeitos) e Renato Rocha (violão e guitarra) teve de se reestruturar para dar prosseguimento a sua carreira. O líder da banda, Santa Cruz, ficou sem seu principal parceiro nas composições, e a redefinição de rumos concretiza-se no novo álbum, onde canções dão lugar às guitarras pesadas de sua obra pregressa. A seguir um depoimento da banda, postada no blog (www2.uol.com.br/detonautas/blog):
“Nossa primeira experiência sem a presença de Rodrigo Netto. Este que foi a criatura inspiradora em diversas canções como: ‘Lógica’, ‘As Verdades do Mundo’, dentre outras. É uma homenagem sincera que materializa uma saudade saudável pelo privilégio que tivemos de conviver ao lado de alguém tão especial”.
Em 2007, o grupo teve seu contrato rescindido com a gravadora WEA, pois se recusaram a gravar um acústico e quiseram investir no quarto disco autoral. No fim de janeiro anunciaram em seu blog que estão trabalhando com uma nova gravadora, a SONY/BGM. O álbum será produzido pelo guitarrista do “Barão Vermelho”, Fernando Guimarães.

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Por Danilo Ferreira Lima

Em meio ao calor do jogo, em meio à multidão, aos gritos e vibrações eis que surge um personagem cômico: Sr. Luiz Henrique. Mora em São Paulo, aposentado, trabalhou durante vinte e um anos na White Martins (empresa fornecedora de oxigênio para hospitais), vem para Osasco todos os dias para assistir aos treinos e jogos do Finasa/Osasco. Há seis anos ele acompanha o time. E há oito acompanha o Corinthians (devido ao fato de seus filhos jogarem lá: Felipe, levantador e Poliana, ponteira). “Eu moro em São Paulo, e para vir pra cá preciso pegar dois metrôs e dois trens (todos os dias), e ainda deixo minha bicicleta em algum poste da Barra Funda”, comenta. Perguntamos se não tinha medo de deixar sua bicicleta em “algum poste na Barra Funda”. Sr. Luiz nos respondeu: “Não, eu não tenho medo. Em oito anos somente uma bicicleta minha foi roubada, uma em oito anos! Está bom não está? Isso foi na vez em que eu deixei a bicicleta lá por três dias. Quando eu voltei para pegá-la de volta, outras duas estavam lá, mas a minha tinha sumido!”.
Descobrimos que nosso “herói cômico” é caridoso. Ele nos contou que em todos os Natais, compra 25 exemplares do livro “Escolhas e Caminhos” e dá de presente à pessoas carentes, ou que precisam de alguma ajuda.
Durante o jogo ele nos chamou a atenção porque ficava gritando para o time: “Puxa a bola, vai!”, “Vamos pegar essa bola!”, “Cuidado com a rua!”. Foi quando perguntamos a ele se o técnico não deveria dar o mesmo incentivo às garotas como ele estava fazendo. “Não, eu tenho essa liberdade para ‘gritar’ assim, porque é algo mais informal. Agora com o técnico, isso ficaria feio para a posição dele, mas mesmo ele não podendo gritar nem nada, ainda sim ele dá seu incentivo às garotas. Eu não o acho um mal técnico. Aliás, na minha opinião, ele é um dos técnicos mais participativos que eu já vi”.
Vemos aqui, então, que por trás de “um homem que grita como louco na arquibancada” está um senhor de boa índole, que ajuda os necessitados e é fã número 1 do Finasa/Osasco.

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Para-Pente

Por Danilo Ferreira Lima

É o esporte perfeito para quem quer conciliar adrenalina e tranqüilidade. Ele pode ser considerado um híbrido entre a Asa Delta e o Pára-quedas. Diferenciando-se somente no vôo dinâmico.O para-pente iniciou-se com David Brush, para-quedista e engenheiro em aerodinâmica norte-americano. Em 1965, criou uma nova espécie de pára-quedas. David decolou até o monte Hunter, nos Estados Unidos para realizar alguns ajustes. Após o vôo lançou um manual sobre o paragliding (para-pente em inglês), que já mostrava a nova atividade como uma alternativa ao vôo livre.Dentro do para-pente temos duas modalidades: o Cross Country e a Acrobacia. O cross country é a mais popular modalidade do para-pente, cujo objetivo é voar a maior distância no menor prazo de tempo. Nos campeonatos, os juízes definem um trajeto a ser percorrido pelos competidores, os quais devem usar um sistema GPS para seguir a trilha definida. Já a Acrobacia, como o próprio nome indica, é a modalidade na qual o praticante deve fazer acrobacias durante o vôo. Porém há ainda uma terceira opção para os praticantes de para-pente: o vôo livre. A melhor escolha para quem quer uma “adrenalina tranqüila”.

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Tropa de Elite

por Danilo Ferreira Lima


Essa obra retrata a realidade terrível da cidade do Rio de Janeiro e conta a história do Capitão Nascimento, chefe da equipe Alfa do B.O.P.E (Batalhão de Operações Policiais Especiais), responsável pela tranqüilidade do Papa em sua visita ao Rio e que procura um substituto ao saber do nascimento do filho.

O filme é extremamente realista em todos os detalhes no aspecto de policiais corruptos que recebem o “arrego” (dinheiro em troca de “proteção”) dos estabelecimentos; no aspecto dos métodos que o B.O.P.E usa para conseguir informações: eles torturam pessoas do modo que eles acham necessário, inclusive com o “saco”, método no qual eles colocam um saco plástico na cabeça do suspeito, ou informante. Há também o curso do B.O.P.E, no qual alguns policiais corruptos eram chamados para que fossem humilhados na frente de outros oficiais. Entretanto chamavam alguns honestos, porque dali só saíam os melhores.

Na exibição do filme para a turma do CEI I, a aluna Tatiane Torres, não se sentiu bem ao ver algumas cenas nas quais militares são mortos, pois seu pai era militar. Em uma entrevista à nossa turma ela contou sobre seu pai: “Ele era um pai muito rígido, com muitas regras, mas também era brincalhão quando podia, mas apesar disso nunca falava do trabalho em casa”, disse ela. Perguntamos a ela como seu pai morreu, ela respondeu: “Disseram que ele se matou”. Mas ela não acredita nisso, porque ele não atirava com a mão esquerda e, de acordo com a investigação, ele usou as duas mãos para atirar, o exame de pólvora comprovou isso: “Foram encontrados resíduos de pólvora nas duas mãos, sendo assim, como ele pôde atirar com as duas mãos se só o fazia com a direita?”. Para ela, isso foi armação, uma morte forjada. E em sua lista de suspeitos até a Polícia está incluída. Tatiane disse: “O único policial que eu respeitei na minha vida foi meu pai”. Apesar de ter passado por isso tudo, Tatiane até pensa em ingressar na carreira militar, porém na Aeronáutica ou Marinha.

Durante a exibição para a turma do CEI II, nosso professor, Alexandre Nadai, ligou para um dos atores: Togum, que representa Tião, o responsável pela oficina da polícia. Togum nos contou sobre a situação na qual roubaram as armas do set de filmagem. Ele comentou, também, sobre o fato de o filme ter sido liberado na internet antes mesmo de ter sido lançado nos cinemas brasileiros. Disse que é contra a pirataria, e que o problema dos produtos originais aqui no Brasil são os impostos, porque quando o produto entra no país, entra a preço de banana, e chega às lojas com um preço muito alto. Isso ocorre devido à taxa de importação, taxa de cobrança do governo, da loja e muitos outros fatores.

Muitos podem achar o filme extremamente violento, mas lembrem-se que essa é a realidade das ruas e favelas do Rio de Janeiro.

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